10 lições sobre viajar barato que Amsterdam ensina

Como posso viajar barato nas minhas férias? Se você se pergunta isso, quem pode te ajudar com a resposta não sou eu, mas a capital da Holanda, Amsterdam.

Então conheça as 10 lições sobre como viajar barato que Amsterdam te ensina:


1. Aprender Idiomas

Amsterdam é a cidade européia que tem mais pessoas fluentes em inglês (tirando qualquer cidade da Inglaterra, claro!).

Eles tem muito essa mentalidade de que sua língua nativa não é o suficiente e vêem a importância de aprender outras línguas (muitos acabam por falar alemão, francês, etc).

Isso nos ensina que aprender a língua do país que você vai, mesmo que for um basicão, pode te ajudar a economizar.

Ao invés de pagar um guia turístico, te cobrarem valores maiores do que deveriam, ou até se meter em mal-entendidos, a melhor opção é saber algumas expressões que te ajudem.


2. Transporte público não é sinal de “classe baixa”

Apesar de você poder circular com um bom carro na cidade, que aqui no Brasil é símbolo de status, por lá, não só é mais caro, como leva muito mais tempo para chegar nos lugares e conseguir encontrar um lugar para estacionar.

O transporte público e as bicicletas dominam, e tornam a viagem bem mais rápida.

Então, ao invés de querer visitar atrações mais caras, ou utilizar taxi, carros e outros meios que parecem dar mais status, aprenda com eles a ver o custo x benefício das coisas.

Além de economizar, você pode ir conversando com nativos no transporte público, lendo algo, ou simplesmente cultivando uma boa saúde andando na sua “magrela” de duas rodas.

E porquê não fazer amizades e conseguir caronas ou companhia em suas voltas pela cidade? Eu mesmo já fiz isso algumas vezes e foi uma experiência sensacional.


3. Saúde em primeiro lugar

Existem um lema muito forte em Amsterdam e em toda a Holanda: “Bom cuidado médico é um direito, não um privilégio”. Então, mesmo imigrantes ilegais tem direito a saúde básica por lá.

Como não são todos os lugares como o Brasil que oferecem atendimento (demorado, mas gratuito), cuidar da saúde é essencial.

Tome cuidados básicos de usar roupas ideias para o clima, não comer muitas “besteiras”, e se hidratar, pois estar com a saúde em dia é a melhor forma de evitar sustos como uma conta de milhares de dólares por um atendimento relativamente simples nos EUA, por exemplo.


 4. Boas companhias

A cidade tem como pontos sociais principais os Bruine cafés, botecos holandeses. Eles tem uma atmosfera de pub, mas bem mais aconchegantes.

Diferente do que conhecemos no Brasil, eles são bem pequenos, tendo uma lotação média de 20-30 pessoas (tá bom, pode chegar a uns 40-50 no esquema de se sentir como uma sardinha enlatada).

O que podemos aprender aqui é que o que importa são as pessoas, e os momentos que compartilhamos com elas.

Se você for viajar acompanhado, faça valer os momentos juntos. Agora, se viajar sozinho, interaja com os locais. Não é preciso gastar muito para aproveitar a companhia das pessoas.

Em ambos os casos, interagir e se divertir é o que você vai se lembrar no futuro, independente do quando foi gasto.


5. Planejamento Mínimo

Amsterdam tem uma estrutura interessante de cartões para transporte e atrações turísticas. Você pode pagar cada viagem, cada atração separadamente ou comprar “pacotes”.

Esses pacotes valem por períodos específicos: andar à vontade no metrô, ônibus, bondinho, e ver atrações turísticas ilimitadas por 24h, 48h, e por aí vai.

Em ambos os casos, quanto maior o período de tempo maior a economia que você pode fazer.

Além disso, por lá é algo comum colocar eventos da vida pessoal (como encontro com amigos, e happy hours) na agenda, que são vistos com a mesma importância que uma reunião de trabalho.

O que podemos aprender com eles é que, não precisa ser o mestre do planejamento para se organizar e economizar dinheiro (com os passes) e tempo.

Mas claro, não podemos deixar a espontaneidade brasileira de lado. Um plano mínimo é o suficiente para economizar e aproveitar mais ainda sua estadia.


6. Saber escolher

Em Amsterdam acontece um fato interessante:

A cidade é conhecida no mundo inteiro por sua política de liberação da maconha (outras drogas são ilícitas). Você pode comprar a droga em cafeterias (coffee shops).

Isso cria uma imagem que os nativos fumam o dia todo. Mas incrivelmente, quem mais frequenta as coffee shops são turistas que vão lá exatamente para isso.

O que esse fato nos ensina é que não é porque você pode fazer algo que você deve.

Pra que visitar todos os museus, e atrações turísticas? O que você realmente quer ver lá? Quais os locais que fizeram seus olhos brilharem quando ouviu ou leu a respeito? Foque nesses!

Assim você não só vai economizar dinheiro, mas vai poder aproveitar melhor cada programa sem ter que estar correndo pra tentar abraçar o mundo e ver tudo em 1 só dia.


7. Ter a mente aberta

Um dos temas mais polêmicos aqui no Brasil nos últimos tempos tem sido sobre a aprovação do casamento para pessoas do mesmo gênero.

Enquanto por aqui esse tema gera debates gigantes do nível UFC, na Holanda isso já é algo passado. Esse tipo de casamento foi aprovado por lá em 2001. Isso mesmo, quase 15 anos atrás.

O que podemos aprender com isso é que para aproveitar uma viagem economizando é preciso ter a mente aberta.

Abra seu leque de possibilidades e saia do trio básico: Hotel, Táxi e Restaurantes tradicionais. Hostels, Couchsurfing, Bicicleta, e caminhadas, só para citar algumas opções. Abra a mente!


8. Não ser guloso

Aqui no Brasil conhecemos bem o consumismo. No Bar o menor chopp que encontramos é de 350ml, mas por que pegar esse se há o de 500ml? Por que pegar pouco se posso pegar muito?

Em Amsterdam as coisas são diferentes. Por lá eles bebem normalmente em copos de 250ml. Sim, independente de quantas pessoas estejam na mesa, cada um consome e aproveita seu copo.

Além disso, as famosas cervejas holandesas (como a Heineken) são mais fortes, e mais encorpadas. Algumas cervejas passam de 10% de nível de álcool.

O que podemos aprender é como não ser guloso, e procurar focar em qualidade e não quantidade.

Para economizar, faça como eles. Comida, presentinhos para a mãe, pai, tio, irmão, irmã, namorado(a), passarinho, papagaio, pense se faz sentido mesmo. E beba no copo de 250ml!;D


9. Saber buscar alternativas

Além das ruas, Amsterdam tem uma forma alternativa de transporte, os canais que estão distribuídos em toda a cidade.

Eles também sabem utilizar fontes alternativas para geração de energia elétrica. Quando pensa na Holanda você já pensa nos moinhos, não é mesmo? E quanto a achar alternativas e soluções para problemas, podemos aprender com eles:

“Eu sempre viajei e nunca tive problemas! Tudo sempre correu exatamente como eu tinha planejado!”. Muito prazer! Sempre bom conhecer alguém que vem de outro planeta.

Aqui no planeta Terra as coisas não funcionam assim. Os planos foram feitos para darem errado, já dizia um grande gestor de projetos.

Então, não há forma mais interessante de economizar, e de manter a energia positiva da viagem do que saber buscar alternativas para problemas e questões que possam surgir.

Além de evitar custos desnecessários, ao enfrentar um problema com uma mentalidade positiva pode inclusive criar uma situação que vai virar aquela história que você vai contar para o resto da vida! ;D


10. Contar com apoio dos outros

De acordo com o Índice Cidades em Movimento, Amsterdam é a 16ª cidade mais inteligente do mundo.

Esse índice avalia fatores como planejamento urbano, tecnologia, economia e o meio ambiente.

Um dos projetos mais interessantes na cidade é disponibilizar dados públicos para as pessoas poderem ajudar a resolver problemas na cidade e propor mudanças..

Com isso podemos aprender a contar com o auxílio dos locais como forma de aproveitar melhor cada aspecto da cidade e evitar se meter em “programas para turistas” que são mais caros e algumas vezes não tão legais.

Esse foi mais um conjunto de dicas para economizar na sua viagem!
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